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Números do setor de Saúde Suplementar


(Imagem:Reprodução)

Fonte: IESS - Instituto de Estudos de Saúde Suplementar


Nesta quarta-feira 4/12, o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) divulgou a Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, publicação feita com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que põe uma lupa sobre os números do setor em 2018. O documento avança a partir do sumário executivo e detalha os números de procedimentos ambulatoriais, consultas por tipo de especialidade, o crescimento da busca por saúde mental no Brasil e muito mais. Além disso, foi feita uma comparação entre os resultados de 2013 e 2018.


Destaques da publicação:

• Entre 2013 e 2018, o número de procedimentos de assistência médico-hospitalar passou de 1,1 bilhão para 1,4 bilhão. Aumento de 5,4%;


• No mesmo período, as despesas assistenciais com esses procedimentos saltaram de R$ 92 bilhões para R$ 160 bilhões (valores nominais), crescimento de 74%.


Embora o número de procedimentos e despesas assistenciais esteja avançando nos últimos anos, a quantidade de beneficiários médico-hospitalares caiu 3,2%. Eram 48,7 milhões em 2013, diminuídos para 47,2 milhões em 2018. 


• Houve aumento do número médio de exames complementares por beneficiário, de 14 em 2013 para 18 em 2018.

Principais variações entre 2013 e 2018: 


• O número de consultas com geriatras passou de 951,6 mil para 1,5 milhão, aumento de 59,3%;


• O total de consultas com psiquiatras foi de 3,4 milhões em 2013 e avançou para 4,9 milhões em 2018, crescimento de 44,5%;


• A quantidade de consultas com terapeuta ocupacional cresceu 137,8% no período e as com psicólogo, 93,8%;


• Duplicou o número de internações em hospital-dia para saúde mental, foram 49,2 mil em 2013 e 100 mil em 2018. Alta de 103,2%;


• As despesas assistenciais com terapias e com outros atendimentos ambulatoriais mais que dobraram em termos nominais, aumento de 160,5% e 126,7%, respectivamente;


• Os gastos com consultas médicas em pronto-socorro avançaram 90%; os com exames complementares, 69,3%; as despesas com consultas médicas ambulatoriais, 52,5%; e, com internações, 47,2%.

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